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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Menores são apreendidos por roubo a vigia do campus II da Unoeste


Dois adolescentes, de 17 anos, foram apreendidos neste sábado (23) por roubar um dos vigias de uma universidade, no Jardim Vale do Sol, em Presidente Prudente. A dupla, armada, rendeu o funcionário e subtraiu um revólver. Entretanto, a Polícia Militar localizou os indivíduos, que confessaram o crime.

Conforme a Polícia Militar, inicialmente foi comunicado que dois indivíduos armados entraram no campus da universidade e renderam o vigia da guarita de entrada. Durante a abordagem, os criminosos subtraíram o revólver de calibre 38 do funcionário. Eles utilizaram uma motocicleta de cor preta para chegarem ao local.

Uma equipe de Força Tática se deslocou ao campus, onde contatou a vítima e testemunhas para colher detalhes, bem como analisou imagens do sistema de monitoramento, as quais levaram os policiais a suspeitarem de um adolescente já conhecido pela prática de roubos.

Ao realizar diligências no endereço do suspeito, em companhia de seu pai, o menor foi abordado e confessou o crime que havia praticado com outro adolescente, que também foi localizado em sua residência, acompanhado de sua mãe. Ele também confessou o delito. Os detalhes informados eram os mesmos relatados pelo outro indivíduo.

A dupla ainda declarou que após o roubo avistou uma viatura e, com medo de ser presa, arremessou as armas em um terreno. O local foi vistoriado, porém, nada foi localizado.

Os adolescentes foram conduzidos até a Delegacia Participativa da Polícia Civil, onde permaneceram apreendidos. A motocicleta também foi levada à unidade policial e, posteriormente, liberada para a mãe de um dos menores.

Outro lado

Por meio de nota, a Universidade do Oeste Paulista (Unoeste) lamentou o ocorrido e relatou que um vigilante estava na guarita do portão 2, do Campus II, quando foi surpreendido por dois indivíduos, um deles armado. Contudo, com o trabalho conjunto da Polícia Militar e do Departamento de Segurança da universidade, em poucas horas os autores já estavam presos.

Do G1

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Unoeste: Para universidade, documento é "equivocado"


A Unoeste (Universidade do Oeste Paulista), de Presidente Prudente, informa que recebeu com “pesar” a recomendação do MPF (Ministério Público Federal) para que a instituição se submeta à Apem (Avaliação Permanente do Ensino Médico), do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo), uma vez que o documento traz considerações “equivocadas e incoerentes” sobre a qualidade de ensino da escola médica. A universidade reforça que já respondeu ao órgão que a prova coincide com a data do consórcio do TPU (Teste Progressivo Unificado), adotado em 2011, e que, por esta razão, irá se ausentar do exame do conselho.

A instituição acredita que o MPF está partindo de uma “premissa equivocada”, pois considera somente a versão oferecida pelo Cremesp, sendo esta “uma entidade que não tem competência legal para avaliar IESs [instituições de ensino superior] e que nunca forneceu o mínimo de informações às instituições sobre suas provas, de modo que deixa dúvida sobre a veracidade dos índices de aprovação neste exame”. Lamenta também que o MPF ignora as avaliações de outros órgãos oficiais com competência para indicar a qualidade de um curso, posto que a Medicina da universidade tem conceito máximo pelo MEC (Ministério da Educação).

Expõe ainda que a atuação dos graduandos em unidades públicas de saúde, bem como no HR (Hospital Regional) Doutor Domingos Leonardo Cerávolo, não coloca em risco o atendimento à população, posto que o aluno está sempre acompanhado pelo médico preceptor, além da Unoeste se tratar de uma instituição de ensino reconhecida por órgãos oficiais e que segue todas as exigências legais.

Aponta também a “incoerência” nos entendimentos do MPF e do próprio Cremesp, tendo em vista que, para este, a qualidade de ensino é atestada quando os alunos acertam mais de 60% nas provas, sendo que, no último ciclo avaliativo, o curso de Medicina obteve uma média acima do preconizado pelo conselho – isto é, maior que 60%. “Importante reforçar a própria orientação do Sinaes [Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior] de que a avaliação de um único indicador não é único critério para atestar a qualidade do curso, ou seja, o conceito de uma graduação compreende a nota do estudante, da infraestrutura e do projeto pedagógico”, argumenta.

Por fim, a Unoeste pontua que, ao ser solicitada pelo MPF, a diretoria regional do Cremesp de Presidente Prudente atestou a qualidade do ensino médico da universidade, ao confirmar, em documento oficial, que a “instituição atende aos requisitos exigidos para uma educação adequada”. “A Unoeste já manifestou oficialmente que está de portas abertas para receber visita, inclusive, sente-se honrada em mostrar o trabalho acadêmico desenvolvido em seu campus, onde é possível verificar os altos investimentos em infraestrutura e educação”, completa.


Contra o exame

Para o estudante de Medicina, Murilo Bordão, 22 anos, a culpa dos baixos índices de aprovação pela Unoeste não deve ser atribuída nem aos alunos nem à universidade, mas ao próprio exame, que não é uma “ideia muito sólida” para quem o presta. Ele ressalta que este modelo de prova é aplicado unicamente no Estado de São Paulo e, por conta disso, alunos de várias universidades fizeram um boicote ao exame há alguns anos.

Murilo relata que o objetivo do CRM (Conselho Regional de Medicina) paulista era tornar a prova obrigatória para o registro, no entanto, não vê justiça nisso, até porque os egressos poderiam pegar o diploma e clinicar em outro Estado, por exemplo. “A Denem [Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina], que é o nosso órgão representante, também é contra a prova em si e a obrigatoriedade dela, defendendo outros modelos de avaliação”, argumenta.

Para o estudantes, a prova do Cremesp é a alternativa que o conselho encontrou para “lidar” com a expressiva abertura de escolas médicas no Estado e, consequentemente, o alto número de profissionais no mercado. “A pessoa está formada e foi aprovada durante seis anos numa instituição. Então, de uma hora para outra, o exame invalida a universidade?”, questiona.

Do O Imparcial

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Escolas de PP e região se preparam para Feira de Profissões


Falta pouco mais de um mês para a Feira de Profissões da Unoeste e diversas escolas de Presidente Prudente e região já estão se movimentando para participar desse evento, que contará com mais de 50 estandes dos cursos de graduação da universidade. Grande oportunidade para os jovens que ainda têm dúvidas da área profissional a seguir. Marcela Neves Bozolan, por exemplo, hoje é aluna do 4º termo de Gastronomia na Unoeste. Ela conta que participar da feira em 2015 foi fundamental para a sua decisão em relação ao curso.

A estudante esteve na edição passada do evento com o Colégio Poliedro, de Presidente Prudente, e inclusive fez uma oficina de Gastronomia. “A atividade prática foi muito bacana, eu nunca tinha tido contato com uma estrutura de cozinha profissional. Tivemos uma breve experiência com criação de cupcakes, onde nós mesmos confeitamos os nossos. Foi um dia muito significativo para a minha decisão sobre a profissão e depois disso aflorou ainda mais a minha paixão pela gastronomia”, explica.

A estudante revela ainda que não poderia ter escolhido melhor e que antes de entrar na Unoeste, chegou a pesquisar outras instituições que oferecia o curso. “A universidade oferece muitas oportunidades para os acadêmicos, disponibiliza muitos materiais de boa qualidade e professores muito bem qualificados. Cada dia de aula é um novo aprendizado, uma nova técnica, uma nova experiência. Um curso realmente apaixonante!”, salienta Marcella.

O Colégio Prisma, de Pirapozinho, participará da Feira pela segunda vez consecutiva e levará 41 alunos do 2° e 3° anos do ensino médio para conhecer as profissões e se orientarem sobre suas escolhas. “Os alunos encontram-se em processo de orientação profissional e a participação na feira contribui para a aquisição de informações sobre cursos, disciplinas, estrutura física da universidade, competências e conhecimentos que serão adquiridos e treinados no decorrer das graduações”, conta a psicóloga do colégio, Ângela Barreiros.

Com 150 alunos, a Escola Estadual Francisco Pessoa, de Presidente Prudente, também já se inscreveu para participar da Feira de Profissões. De acordo com a coordenadora pedagógica do local, Lourdes Rosa Neves, essa é uma oportunidade valiosa para que os alunos passem a entender melhor a importância da educação para o crescimento profissional deles. “Além de apresentar aos alunos o universo acadêmico, o evento propiciará aos estudantes excelentes experiências em contato com as diversas profissões, esclarecendo dúvidas sobre o mercado de trabalho e descobrindo seu perfil profissional”, fala.

A Fundação Mirim de Presidente Prudente também voltará para prestigiar a Feira de Profissões deste ano. De acordo com a gerente educacional da entidade, Joyce Pavão Passone, cerca de 200 mirins já estão inscritos e aguardam ansiosos o dia da visita ao campus II da Unoeste. “É muito importante para eles participar deste tipo de evento. Além do auxílio em relação ao que fazer e o porquê da escolha, os ajudam a entender o universo acadêmico e sua ampla possibilidade”, salienta.

Serviço: A Feira de Profissões acontecerá de 18 a 22 de setembro, no Salão do Limoeiro, no campus II da Unoeste. As escolas interessadas ainda podem fazer as inscrições no site.

Da Unoeste