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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Pessoas que nunca tiveram dengue não devem tomar vacina


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária divulgou, ontem que o laboratório Sanofi-Aventis, fabricante da vacina da dengue, apresentou informações que sugerem que pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue podem desenvolver formas mais graves da doença caso tomem a vacina. A vacina Dengvaxia foi aprovada no Brasil em 28 de dezembro de 2015 e não é oferecida pelo Programa Nacional de Imunizações.

A suspeita do laboratório, apresentada nesta semana, ainda não é conclusiva, mas, diante do problema, a recomendação da Anvisa é que a vacina não seja tomada por pessoas que nunca tiveram dengue.

Apesar de esclarecer que a vacina por si só não é capaz de desencadear um quadro grave da doença nem induzir ao aparecimento espontâneo da dengue - para isso, é preciso ser picado por um mosquito infectado -, existe a possibilidade de que pessoas soronegativas desenvolvam um quadro mais agudo de dengue caso sejam infectadas após terem recebido o medicamento.

A bula da vacina será atualizada enquanto a Anvisa avalia os dados completos dos estudos, que ainda serão apresentados pelo fabricante. A vacina da Sanofi, chamada Dengvaxia, é a única aprovada no Brasil. O produto é indicado para imunização contra os quatro subtipos do vírus. Para as pessoas que já tiveram dengue, a Anvisa avalia que o benefício do uso da vacina permanece favorável.

Por meio de um comunicado, a Anvisa esclareceu que “este risco não havia sido identificado nos estudos apresentados para o registro da vacina na população para a qual a vacina foi aprovada”.

A agência informou que, antes do registro, os efeitos da imunização foram estudados em mais de 40 mil pessoas em todo o mundo, e que as pesquisas seguiram os padrões estabelecidos por guias internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Da Agência Brasil

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Anvisa libera novo remédio para apoiar reprodução assistida


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou, nesta terça-feira (17), um novo remédio para tratamentos de infertilidade feminina.

O princípio ativo do Rekovelle é a deltafolitropina, substância que está associada ao hormônio Folículo Estimulante Humano (FSH). É esse componente que permite a liberação dos óvulos pelos ovários para a fecundação. Com isso, estimula os ovários a desenvolverem múltiplos folículos.

A indicação é para mulheres que já ingressaram em tratamentos de reprodução assistida.

Do Portal Brasil

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Novo remédio biológico para tratamento de cânceres é aprovado pela Anvisa


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo produto biológico para o tratamento de cânceres de bexiga e de pulmão.

O Tecentriq (atezolizumabe) é um anticorpo monoclonal. Isso significa que uma proteína presente no medicamento se liga a outra, encontrada em células doentes, e aumenta a capacidade de defesa do sistema imunológico.

A medida prevê que o remédio seja usado por adultos que já tenham passado por quimioterapia para tratar carcinomas uroteliais. O Tecentriq também é indicado para pacientes com câncer de pulmão, mesmo que já tenham passado por quimioterapia.

Fonte: Governo do Brasil, com informações da Anvisa